Desde 1991, a lei federal Nº 8.213 determina que empresas com número de funcionários acima de 100 tenha em seu quadro de funcionários 2% a 5% de pessoas com algum tipo de deficiência.

Inclusão Profissional

Desde então, vem aumentando a cada ano o número de profissionais com esse perfil no mercado de trabalho. Para ter uma ideia, de 2001 a 2007, o número de empregados desta categoria, só no estado de São Paulo saltou de 601 para 73.760, segundo dados da Delegacia Regional do Trabalho.

Mas a aplicação da lei vem mostrando também outra realidade muito importante: são cidadãos capazes de produzir, poderoso argumento contra qualquer tipo de preconceito. Mais: esse contingente compõe importante público que demanda produtos e serviços específicos para suas condições e que demanda produtos e serviços específicos para suas condições e que, com maior inserção no mercado, ganha, como consequência, maior poder de compra.

No censo do IBGE de 2010, 24% dos brasileiros dizem ter algum tipo de deficiência, número considerado expressivo. Apesar disso, a maioria de nossas ruas ou espaços públicos e privados carece de adaptação para às mais diversas necessidades, um desafio a governos, sociedade e empresas. Mais que conscientização sobre o tema, portanto, é importante que haja um olhar empreendedor. Como inspiração, podemos lembrar da boa surpresa que nos têm dado nossos atletas paraolímpicos nas competições nacionais e internacionais.

Fonte: FRAIMAN, Leo. Como ensinar bem a crianças e adolescentes de hoje: teoria e prática. São Paulo: Editora Esfera, 2013. 255 p.

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  • Psicóloga formada pela UNIP, Mestre em Psicologia Social pela USP e doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP.
  • Pesquisadora pelo NEF - Núcleo de Estudos do Futuro, com foco no Ecossociodesenvolvimento | Cátedra Ignacy Sachs, alinhada ao United Nations Millennium Project.
  • Coaching de Carreira e Preparo para uma Aposentadoria Sustentável.

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