Dislexia não é doença. É diferença.

Você tem certeza de que jamais deu risada de um disléxico? Você riu com ele ou riu dele?

Você tem ideia do número de disléxicos que, desde crianças, são vistos como anormais? Burros? Preguiçosos? E que, carregar uma imagem distorcida de si próprio, pode fazer a alma sangrar por toda uma vida?
Dislexia não é doença. É diferença.
Você tem ideia de como suas vidas são marcadas pela raiva e pela angústia de não conseguirem fazer o que seus coleguinhas de escola fazem, no mesmo tempo que eles levam para fazer o que precisa ser feito? Dos olhares de superioridade e das risadinhas de que são alvos?

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25 dicas para viver por muito mais tempo

 

Longevidade precisa andar de mãos dadas com a felicidade. Adotar algumas destas sugestões resulta em um estilo de vida melhor: viva mais, sendo também mais feliz, até além do 100 anos.

Viver muito mais tempo

1. Aja de acordo com a sua consciência
No livro "O Projeto Longevidade", Howard Friedman e Lesley Martin detalham os resultados de seu estudo sobre nosso estilo de vida. Uma de suas conclusões mais reveladoras é: pessoas que vivem a maior parte de suas vidas em paz consigo mesmas e que, sempre seguiram seu coração, sofrem menos estresse, tensão e doenças. Também foram mais bem sucedidas em sua vida amorosa e carreiras.

2. Encontre razões para rir
Em um estudo de 2012, um grupo de 243 idosos que viveram até 100 anos ou mais tiveram duas características principais em comum: o amor pelas risadas. "Eles consideravam a risada uma parte importante da sua vida", diz o chefe da pesquisa, Kaori Kato. Outras características em comum: receptividade e extroversão, sendo o riso, de fato, uma parte inseparável de suas vidas.

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O que faz com que você pareça mais velho do que realmente é

Envelhecer é inevitável e natural, porém o modo como envelhecemos depende dos nossos bons, ou maus hábitos.

Você já se perguntou porque algumas pessoas têm uma aparência bem mais jovem do que outras? É natural, também, que se deseje prolongar máximo o tempo da juventude. E sem recorrer a cirurgias plásticas!
Será que isso é possível? Claro que é: o segredo está nos hábitos que desenvolvemos. Além do que, hábitos que não nos favorecem podem e devem ser mudados.
A seguir, meia dúzia deles, para você verificar o que pode levá-lo a ter uma aparência bem mais envelhecida do que seus anos de idade. Evite os erros.

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Encarando a Meia Idade com bom humor

Todos nos sentimos um tanto inquietos, quando constatamos que já chegamos à metade previsível de nosso tempo de vida, a temida Meia Idade.

Meia Idade e Bom humor

Uma vez, porém, que esta é uma realidade que deveremos encarar, é melhor que olhemos para os fatos tal como eles são e, que o façamos com uma boa dose de bom humor.

  • Meia idade é quando você vai ao médico, à médica, e se dá conta de que já é tão velho, que precisa pagar para alguém lhe ver sem roupa. E, estando bem, elogiar.
  • A boa notícia a respeito da meia idade é que o vaso, pelo menos está meio cheio. A má notícia é que não vai levar muito tempo até que seus dentes flutuem no mesmo vaso.
  • As mulheres de meia idade já não têm braços, têm envergadura. Seus braços se assemelham a asas voadoras.
  • A meia idade terá chegado quando você estiver frente ao espelho e conseguir enxergar seu volumoso traseiro sem precisar se contorcer todo.
  • A meia idade também terá chegado quando a sua sabedoria se apresentar a você em forma de curvas: no corpo das mulheres bem mais jovens.
  • A meia idade é quando você quer suspender cada parte do seu corpo e gritar: - Se o Império Romano caiu, estas coisas todas também podem cair! Mas cuidado, não olhe para baixo, nesta hora.
  • A meia idade terá chegado quando você ficar repetindo as mesmas coisas em voz alta para você mesmo e a sua papada fizer o mesmo.
  • Quando chegamos à meia idade nos tornamos mais reflexivos e nos colocamos grandes perguntas: O que é a vida? Por que estou aqui? Quanto sorvete posso comer para que seja uma opção saudável?
  • Meia idade é aquela em que você já sabe direitinho o que não deve fazer, mas faz assim mesmo. E, quase certamente, fará bem feito.
  • Você terá chegado à meia idade quando não for mais tão jovem assim, nem tão velho assado, que deixe de se interessar por uma quarentona bem disposta!

Texto traduzido e adaptado de Todomail.

  • Psicóloga formada pela UNIP, Mestre em Psicologia Social pela USP e doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP.
  • Pesquisadora pelo NEF - Núcleo de Estudos do Futuro, com foco no Ecossociodesenvolvimento | Cátedra Ignacy Sachs, alinhada ao United Nations Millennium Project.
  • Coaching de Carreira e Preparo para uma Aposentadoria Sustentável.

Como driblar o mau hálito de um colega que se aproxima de mais quando conversa?

Mau Hálito

Simples. Diga o mais diretamente possível: - Posso lhe dizer uma coisa importante que poderá incomodá-lo, mas que vai ajudar pra caramba?! Diga isso com um discreto e afável sorriso, e aguarde pela reposta. Em geral as pessoas concordam em ouvir o que você terá a dizer-lhes. Afaste-se com ela, dos olhares e ouvidos de outras pessoas. E seja rápido(a).

Leia também: Como avisar o professor que ele está com a braguilha aberta, sem constrangê-lo na aula?

- Vou dizer a você, como eu gostaria que um(a) amigo(a) dissesse para mim. O negócio é o seguinte: procure um médico ou um dentista, que alguém deles vai te ajudar. Reparei que, quando você se aproxima, seu hálito não está cem por cento. Vai ver que é uma coisa simples, que logo você poderá tratar e solucionar. Pode ser um problema digestivo ou dental, mesmo. Rapidinho você vai estar ótimo(a)! E eu vou ficar feliz com isso, tá? Depois me conta.

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A atenção que chega tarde

Depois de velho é que meu marido lembrou que eu existo. Ele pensa que uma conversinha apaga anos de indiferença e incompreensão. Mas agora é muito tarde, você não acha?

Ana Fraiman

Não é com uma “conversinha” que se resolve os ressentimentos, mas essa primeira conversa pode ser o primeiro passo em direção a um reencontro entre vocês. Resta saber se você quer essa aproximação, ou se lhe é satisfatório viver o restante de suas vidas sem diálogo, como até agora.

A raiva e a vingança não ajudarão nem a você nem a ele.

Muitas vezes o homem se dedica quase que exclusivamente ao trabalho, e não tem consciência do quanto se afastou da esposa, da família.

Quando ele percebe o vazio afetivo que há em sua vida, quer reatar os laços interrompidos, e não sabe bem como. Outros têm essa consciência, mas o orgulho os impedem de se abrirem, ainda que sofram com isso. Alguns, porém, têm a coragem de pedir ajuda a propor um recomeço.

Nunca é tarde demais para sair da solidão.

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Uma ponte para a saúde dos aposentados e das comunidades

trabalhador-aposentadoUm importante estudo realizado na última década e publicado em 2009 lançou novas luzes sobre a passagem do emprego para a aposentadoria. Realizado por pesquisadores da Universidade de Maryland em parceria com a Universidade do Estado da Califórnia (1) Bridge Employment and Retirees’ Health: A Longitudinal Investigation, in Journal of Occupational Health Psychology, 2009, Vol. 14, number 4, 374-389 By Yujie Zhan, Mo Wang, and Songqi Liu, University of Maryland e Kenneth S. Shultz, Califórnia State University, San Bernardino foi registrado o surgimento de um outro status que vem sendo alcançado pelos trabalhadores mais velhos: o trabalho remunerado ou não, que se realiza logo após a aposentadoria os assim chamados emprego-ponte (Shultz, 2003).

O conceito emprego-ponte é definido pelos pesquisadores pela participação da força de trabalho exibida pelos trabalhadores mais velhos, conforme eles deixam suas carreiras e, contudo, prosseguem trabalhando de outras formas, por exemplo em trabalhos por período de tempos mais curtos, trabalhos part-time, trabalhos temporários que são realizados depois do emprego de tempo integral e antes de se aposentar.

Estudos anteriores estiveram focalizados os ganhos psicológicos, como ajustamento, satisfação com a aposentadoria e com a vida, mas muitos deles negligenciavam ou não incluíam as perspectivas de melhoras para os aposentados. O estudo a que me referi acima como sendo inovadores de grande contribuição preenche este intervalo de pesquisa, entre o levantamento dos benefícios potenciais na saúde e o engajamento no emprego-ponte.

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