Não confunda “Esclerose” com outras patologias

"Aos 68 anos, minha mãe tem momentos de total lucidez e horas em que se esquece de tudo, confundindo os fatos. Às vezes acho que ela está fazendo chantagem. Será que é esclerose?"

Stela Campos, Rio de Janeiro (RJ)

Esclerose
Imagem: Pixabay

Ana Fraiman

O diagnóstico de esclerose tem sido muito mal utilizado, levando a família a uma atitude de descaso em relação ao velho. Nem todos os sintomas que sua mãe apresenta são decorrentes da idade, já que várias patologias apresentam tais sintomas.

Por isso, é importante fazer uma avaliação médica e deixar claro que os casos de esclerose são menos frequentes do que se pensa, sendo o médico especialista o único capaz de detectar a doença.

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Há algum lado positivo do estresse e da ansiedade?

Ficar estressado, até certo ponto, é o que faz você uma pessoa mais competitiva, adaptada, capaz de alcanças seus objetivos.

Estresse e Ansiedade
Imagem: Pixabay | Tags: stress, estresse, ansiedade

“Ansiedade” vem do latim ansiare, que significa “anseio”, “desejo”. Ficamos ansiosos quando desejamos muito que algo aconteça. Assim, a ansiedade faz parte da nossa vida. O importante é evitar que a espera por nosso objetivo nos impeça de buscá-lo.

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Cuide bem do seu corpo, sua única moradia até o último de seus dias.

Não há, propriamente, doenças da meia idade. Há doenças que vêm sendo cultivadas por maus hábitos, por excesso, por negligências e se manifestam na meia idade, quando o organismo já está mais comprometido e não consegue recuperar-se tão bem e prontamente, como quando se é jovem.

Saúde do Idoso
Imagem: Pixabay | Tags: Saúde, Idoso, Corpo, Cuidados

Não é na meia idade, então, que adquirimos doenças.

Elas são adquiridas lá atrás, muitas décadas antes, quando não temos consciência do altíssimo preço que haveremos de pagar pelos nossos descuidos.

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Medos dos Idosos

Alguns medos dos idosos são reais: eles têm medo de ficar presos em elevadores, de dormir sozinhos (o que é natural porque podem passar mal e não ter ninguém para atender), medo de atravessar a rua (sua locomoção é mais lenta e eles sabem disso), medo de sereno, de sair à noite (além de enxergar mal eles perdem a orientação espacial), medo de trombadinhas (sabem que não têm força para reagir), medo de chuva (podem pegar uma infecção pulmonar).

Medos dos Idosos
Imagem: GraphicStock

Na realidade, são medos saudáveis, de preservação da vida, e do reconhecimento das limitações. Outros medos são de caráter emocional: do barulho (geralmente é associado a algum fato desagradável), de multidões, espaços amplos, situações que são estimulantes.

Normalmente, os velhos não suportam mais um bombardeamento de situações porque sentem “medo de ter medos”. Um medo comum é o da própria morte, medo de paisagens e até de uma árvore que pode, num certo momento, ser um sinal de potência e estabelece um confronto com a sua que está próxima do fim.

Como a família pode ajudar

Em todos estes casos a família pode ajudar procurando meios que mantenham a segurança do velho. Exemplo: se ele tem medo de atravessar uma rua, restaurar nele a confiança de que pode atravessar uma rua com menos movimento. Não superprotegê-lo, mas continuar solicitando a sua capacidade. Deixe que ele continue atravessando a rua para ir buscar pão. Sobre a morte, o importante é trocar ideias. A família pode se informar a respeito até com o padre ou em livros, mas, de qualquer forma, conversar sobre o assunto.

  • Psicóloga formada pela UNIP, Mestre em Psicologia Social pela USP e doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP.
  • Pesquisadora pelo NEF - Núcleo de Estudos do Futuro, com foco no Ecossociodesenvolvimento | Cátedra Ignacy Sachs, alinhada ao United Nations Millennium Project.
  • Coaching de Carreira e Preparo para uma Aposentadoria Sustentável.

Como ter uma boa vida?

Recomendo este vídeo sobre uma pesquisa científica que estudou a vida de quase 700 homens dos 15 aos 75 anos.

Ele conclui sobre o que é mais importante na vida para envelhecer com saúde e felicidade!

Lições do mais longo estudo sobre a felicidade | Robert Waldinger

  • Psicóloga formada pela UNIP, Mestre em Psicologia Social pela USP e doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP.
  • Pesquisadora pelo NEF - Núcleo de Estudos do Futuro, com foco no Ecossociodesenvolvimento | Cátedra Ignacy Sachs, alinhada ao United Nations Millennium Project.
  • Coaching de Carreira e Preparo para uma Aposentadoria Sustentável.

Porque falar de dislexia?

Meu tema central não tem sido o envelhecimento? Família e envelhecimento... E agora, dislexia?

Dislexia

Fui convidada a conhecer a ABD e, por que não? Quando alguém quer mostrar seu trabalho para mim, fico querendo conhecer o trabalho desse alguém, que ‘fala de boca cheia’ sobre o que faz e como faz e o bem que isso traz para outras pessoas e famílias. Saí de lá tocada pelo encontro que me abriu novos rumos e interesses.

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