Dinheiro e respeito nem sempre andam juntos

De repente, trabalhar fora, ganhar o próprio dinheiro, se tornou uma verdadeira obsessão para muitas mulheres casadas.

Briga de casal por dinheiro
Imagem: Thinkstock

Elas acreditam que todos os problemas do seu relacionamento se solucionariam, como num passe de mágica, pelo simples fato de ganharem um salário. Verdade ou engano? Será que trabalhar, ter um salário, é o remédio que algumas pessoas precisam?

O meu dinheiro é meu. O dele é nosso. Quantas vezes a gente ouve essa frase dita por mulheres que trabalham, têm um bom salário e que poderiam, em caso de necessidade. dar conta da família toda? O meu e o dele apenas definem uma situarão muito comum: a de não termos a tradição de ganhar o nosso sustento e brigar para que uma carreira nos leve à independência total. Talvez por culpa da educação (nós somos preparadas para ser dependentes, eles, para nos manter), acabamos achando normal que o homem assuma o seu papel e nos dê o padrão de vida que “merecemos”. Mas, se o dinheiro falta, se ele ousa cobrar a nossa parte, se a gente suspeita de que está pagando mais do que devia, aí a situação se complica. A ilusão de que ter uma renda própria resolve todos os problemas termina em dúvida: de que adianta eu trabalhar, se nem assim ele me respeita? Mas será possível conciliar, numa boa mesmo, essas três coisinhas fundamentais que são o amor, o respeito e o dinheiro?

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Ciúmes de avó

"Toda vez que precisa sair, minha nora deixa meus netos com a mãe dela. Eu fico ressentida com isso, porque afinal de contas nós duas somos avós. Como resolver esse problema?"

Carmem Lúcia Barbosa, São Paulo (SP)

Avó com ciúmes
Imagem: Pinteret

Ana Fraiman

Será que você não está com um pouquinho de ciúmes, Carmem? Isso pode estar fazendo você se sentir ressentida, o que é dolorido em qualquer situação. Mas queixar-se só vai agravar a situação e deixá-la ainda mais ressentida como você conta. Esteja disponível, mostrando à sua nora boa vontade e afeto no momento de estar com os netos.

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Casais idosos – brigas sem desamor

"Meus pais nunca se entenderam muito bem, mas foram levando... Já fizeram bodas de ouro, o que ninguém entende, porque mais parece que eles se odeiam! Um só reclama do outro e, quando vamos lá, dá vontade de ir embora em seguida. É só briga. Com isso eles afastam todo mundo e depois reclamam do abandono. O que fazer? Não é melhor separá-los? Pensamos em levar cada um para casa de um dos filhos. Falamos com eles sobre isso e disseram que nós estamos doidos. E agora?"

Maria José Vieira, Campinas (SP)

Briga entre idosos
Imagem: bestofweb.com.br

 

Todos os casais têm uma dinâmica própria no seu relacionamento. Por vezes é um quadro patológico, pelo desgaste e insatisfação que gera para o próprio casal e para os que com ele convivem. Muito difícil alterar isso depois de tanto tempo. Veja que, para eles essa foi a acomodação encontrada e, quando vocês interferem, eles se unem.

Embora seja desesperador estar junto de seus pais, devem acontecer momentos mais amenos e até de entendimento entre os dois, que ninguém tem direito de podar.

Para você os outros filhos e netos fica a angústia de ter de abrir mão das imagens ideais sobre família e aceitara realidade dos fatos ou, quanto muito, sugerir alternativas, atividades, programas etc.

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Aproximação dos netos

Minha mãe, de 72 anos, mora só. Somos três irmãos e ela tem seis netos. De todos, só meus filhos (de 15 e 13 anos) não a visitam. Sei que tenho culpa por não ter feito com que convivessem mais com ela, quando eram menores. Mas como posso aproximá-los da avó, sem que haja o inevitável confronto entre eles?

Guiomar Pereira, Porto Alegre (RS)

Aproximação dos netos
Imagem: Pixabay

Ana Fraiman

Quando se procura entendimento, diálogo, circula-se por um caminho de mão dupla. A tarefa aqui é tanto revelar aos filhos a outra face da avó, como revelar a ela a outra face dos netos. E isso não depende só de você. O confronto é inevitável, para que se dê o entrosamento. Você precisará aprender a ouvir menos as queixas, a ser menos “Almofada-de-choque” entre eles; seus filhos precisarão sentir-se estimados e reconquistar a confiança da avó. Todos terão que assumir sua parcela de responsabilidade, nesta relação, e aguentar as consequências das atitudes que tomarem. 

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Dislexia não é doença. É diferença.

Você tem certeza de que jamais deu risada de um disléxico? Você riu com ele ou riu dele?

Você tem ideia do número de disléxicos que, desde crianças, são vistos como anormais? Burros? Preguiçosos? E que, carregar uma imagem distorcida de si próprio, pode fazer a alma sangrar por toda uma vida?
Dislexia não é doença. É diferença.
Você tem ideia de como suas vidas são marcadas pela raiva e pela angústia de não conseguirem fazer o que seus coleguinhas de escola fazem, no mesmo tempo que eles levam para fazer o que precisa ser feito? Dos olhares de superioridade e das risadinhas de que são alvos?

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Se fosse fácil não precisaria ser um Pronunciamento. Bastaria ser uma lei.

Por Ana Fraiman, abril de 2016.

Última parte do Artigo Idosos Órfãos de Filhos Vivos – Os novos desvalidos.

A vida é de mão única e flui num único sentido: primeiro os avós, depois os filhos e depois os netos. A inversão dessa ordem é impraticável, por isso sentimos tanto pesar quando ela se inverte. Os privilégios devem, portanto, ser conferidos aos que aqui primeiro chegaram.

Família
Imagem: Pixabay

Não há soluções fáceis para todos os conflitos familiares. Nem sabemos como realizar mudanças imprevistas e indesejadas sem sofrer, sem reclamar, sem querer desistir. Algumas soluções, porém, não devem ser descartadas. Especialmente as soluções ditadas pelo amor incondicional. E, não havendo amor, buscar as soluções possíveis em nome da honra a que pais e filhos se obrigam e por onde todos desenvolvem seus mais elevados valores de caráter. Se fosse fácil honrar pai, não haveria de ser um Pronunciamento. Bastaria promulgar uma lei dos homens. Mas, não. É uma lei imposta pelo Criador, uma autoridade maior do que qualquer um de nós, mais gigante que todos nós que habitamos e, convivemos em várias dimensões, neste nosso multiverso.

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Como começar a ensinar conceitos matemáticos para crianças bem pequenas

Queridos e queridas que têm acompanhado, comentado e compartilhado meus posts. Boa parte de vocês já tomou conhecimento de que sou Presidente Nacional dos segmentos Família e Idoso, do Partido Social Democrata Cristão - PSDC.

Matemática para crianças

Ao aceitar esse posto coube-me uma tarefa fundamental e monumental: levar às famílias também e, não somente aos idosos em particular, o que há de mais moderno, mais humano e mais elevado, no que diz respeito a cuidar de cada membro de uma família. Não é pouco ao que me propus.

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