25 dicas para viver por muito mais tempo

 

Longevidade precisa andar de mãos dadas com a felicidade. Adotar algumas destas sugestões resulta em um estilo de vida melhor: viva mais, sendo também mais feliz, até além do 100 anos.

Viver muito mais tempo

1. Aja de acordo com a sua consciência
No livro "O Projeto Longevidade", Howard Friedman e Lesley Martin detalham os resultados de seu estudo sobre nosso estilo de vida. Uma de suas conclusões mais reveladoras é: pessoas que vivem a maior parte de suas vidas em paz consigo mesmas e que, sempre seguiram seu coração, sofrem menos estresse, tensão e doenças. Também foram mais bem sucedidas em sua vida amorosa e carreiras.

2. Encontre razões para rir
Em um estudo de 2012, um grupo de 243 idosos que viveram até 100 anos ou mais tiveram duas características principais em comum: o amor pelas risadas. "Eles consideravam a risada uma parte importante da sua vida", diz o chefe da pesquisa, Kaori Kato. Outras características em comum: receptividade e extroversão, sendo o riso, de fato, uma parte inseparável de suas vidas.

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10 fantásticos benefícios do Riso

Já ouviu a expressão "rir é o melhor remédio"? E é mesmo! O riso tem-se mostrado um alívio para a dor, minimiza as chances de ficarmos doentes e, obviamente, é um poderoso estimulante do humor.

10 fantásticos benefícios do Riso

1. Redução da agressividade
Às vezes sentimos vontade de “chutar o pau da barraca”, e mandar tudo às favas, juntamente com a vontade de agarrar alguém pela garganta. É normal. Porém, quando estamos a ponto de perder o controle, devemos fazer uma pausa e rir. O Dr. Fran Walfish, terapeuta de relacionamentos, diz: - O riso relaxa o corpo e alivia o estresse. Também é uma liberação saudável aceitável dos impulsos agressivos. O som do riso pode equivaler-se ao grito. Há um alívio. O riso é um benefício extra, que nos ajuda a lidar com as preocupações diárias. Rir da gente, mesmo, é espetacular. Pesquisas demonstram que o riso reduzir os níveis de cortisol e adrenalina, que são os hormônios do estresse.

2. Redução do estresse
Quando você sentir que o estresse está ficando fora de controle e começa a sobrecarrega-lo, encontre um motivo para rir. Isso ajudará você a relaxar física e mentalmente: assista a uma comédia, veja alguns vídeos divertidos no YouTube ou leia textos cômicos. Brincar com cachorrinhos nos faz rir, também.

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Idosos e a falta de sono

“A medida que envelheço, diminui a minha necessidade de dormir. Isso não me deixa cansada, mas desejaria saber se isso é normal.”

Dúvida de Dalva Passarinho, Curitiba (PR)

Idosos e a falta de sono

Ana Fraiman

Há uma mudança nos ritmos biológicos decorrentes do próprio envelhecimento, o que é diferente de perder o sono por motivos de agitação, preocupação ou excitação de várias ordens. Muitos idosos, que se queixam de dormir pouco à noite, cochilam várias vezes ao longo do dia, em intervalos mais ou menos regulares (no meio da manhã, depois do almoço ou do jantar). É um sono de curta duração, mas profundo e suficiente. Se computarmos todas as sonecas tiradas durante o dia, somadas às dormidas à noite, verificaremos um total de 6 a 8 horas de sono por dia, semelhante ao do adulto jovem. O velho apenas necessita aprender a conviver com esse novo padrão, aproveitar as suas horas de vigília (lendo, ouvindo música, pintando, escrevendo cartas, costurando), ao invés de investir em voltar a dormir como antigamente. O relógio biológico marca um tempo diferente daquele do despertador.

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Conselhos de uma avó

Conselhos de uma avó

1. TUDO QUE ACONTECE É PARA O BEM
Tudo que acontece na vida termina por se mostrar a nosso favor, porque absolutamente tudo, por mais terrível que seja no momento, nos leva a crescer e a amadurecer. Mesmo a partir da maior dor, do inimaginável, a vida nos levará a diferentes lugares e situações, nos mostrará coisas, nos colocará próximos a boas pessoas e, sim, nos fará melhores, como pessoas.
Não tenha medo de tentar algo novo e errar feio. O fracasso não existe. O que existe é um resultado diferente daquele que imaginamos ao começar. O que se tem, após, é um ganho de conhecimento muito maior para tentar novamente. Ou decidir partir para outro projeto.
Ao final e, de qualquer forma, tudo faz parte do plano que a vida tem para cada um de nós. O que precisamos é burilar os acontecimentos e aprendermos a amar, sem qualquer senão. Quem ‘manda’ é a vida, não a pessoa.

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Idosos incluídos no Universo Digital

Uma proposta de alfabetização digital

Estas minhas considerações nascem inspiradas por um trabalho acadêmico realizado pelas colegas Maristela Compagnoni Vieira e Dra. Lucila Maria Costi Santarosa, desenvolvido em meio ao Programa de Pós-Graduação em Educação – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

idoso digitais

Logo que li o resumo deste estudo, que ‘analisa as motivações, necessidades e interesses de idosos com relação ao uso de tecnologias como o computador e a Internet’ (sic), observei que as autoras abordaram aspectos nucleares daquilo que neste momento passo a veicular em minha pré-campanha para Vereadora: futuramente: um mecanismo social, uma lei municipal, que faculte o uso extensivo e mais amplamente difundido destes recursos técnicos por parte dos idosos.

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Qualidade e quantidade de tempo e presença na vida do outro.

Por Ana Fraiman, abril de 2016.

Continuação do Artigo Idosos Órfãos de Filhos Vivos – Os novos desvalidos.

Até o momento, nas áreas da pedagogia, do ensino e da psicologia estivemos discutindo a suposta importância da quantidade versus a qualidade do tempo dedicado ao filho para justificar, ou não justificar, uma ausência paterna e, mais recentemente, materna. Mas, o que é qualidade de tempo numa relação autêntica?

Presença paterna

É oportuno reiterar que não se alcança um tempo de qualidade sem um tempo alocado, primeiramente, à quantidade. Qualquer coisa, em qualquer trabalho que se realize é sabido que a pessoa precisa se comprometer e se dedicar à exaustão, para tornar-se experiente e exímio naquilo que faz. Cunhou-se, inclusive, o termo ‘tempo de qualidade’. Uma falácia, porque aquilo que pode ser de qualidade para um pai pode não o ser para um filho. As perspectivas são absolutamente diferentes e não equivalentes.

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Os idosos e a cadeira de balanço

"Minha irmã sente falta de sua cadeira de balanço, quando fica lá em casa. Porque será que as pessoas idosas gostam tanto de se balançar?"

Por Marli Bruguera, São Paulo (SP)

Os idosos e a cadeira de balanço

Ana Fraiman

O balanço, assim como o auto-embalo, suave, rítmico, provoca um certo relaxamento de tensões e alívio de ansiedades. Desde cedo somos embalados (ah, o doce aconchego do colinho da mamãe!) e logo observamos o divertimento das crianças nas gangorras, nos cavalinhos, no berço. Os jovens balançam nas discotecas, os namorados nos barquinhos, os adultos nas redes e todos juntos quando cantam unidos…

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